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O nome da banda foi retirado da fábula O Senhor dos Anéis, de J.R.R. Tolkien, que na língua dos Altos Elfos significa luminoso, brilhante, estelar. Criado e idealizado pelo instrumentista e compositor Marco Aurêh, o LUMMEN fez sua estréia no dia 15 de setembro de 1995 na Concha Acústica do Museu Imperial em Petrópolis, com o show Na Corte do Rei. Depois de algumas mudanças e várias apresentações na capital e no interior do estado, o LUMMEN em fevereiro de 97, fez 3 shows no Rio Jazz Club (RJ) onde gravou o CD "Ao Vivo no Rio Jazz Club", lançado pelo selo Som Interior. Atualmente, além de Marco Aurêh, o novo LUMMEN conta com a presença de Léo Rugero (violino, bandolim e viola de 10); o baixista italiano Andrea Spada,(ex-integrante do grupo italiano Exarule) e Paulinho Baqueta (bateria). RESGATANDO A ESSÊNCIAA essência da música do LUMMEN contém, entre outros aspectos, elementos do período medieval e renascentista. Os arranjos fazem uma fusão entre o erudito e o contemporâneo. As letras cantadas em português estão apoiadas pela multiplicidade instrumental do grupo - flauta, violino, guitarra, violão, bandolim, teclado, viola de 10 etc. O LUMMEN resgata a pureza dos instrumentos acústicos acrescentando efeitos da tecnologia moderna ... um colorido som híbrido que resulta na mais pura e original música progressiva sem cair no estereótipo do gênero. O grupo busca sempre a liberdade de expressão, tendo a inspiração como base. NUANCESAs influências do LUMMEN são ecléticas. Do grupo holandês Focus ao brasileiro O Terço, passando pela banda inglesa Jethro Tull e pela italiana Premiata Forneria Marconi. O resultado é uma bela síntese criativa. A maioria dos temas são instrumentais compostos e arranjados pelo grupo. O poético e o imaginário são ressaltados pelas variadas nuances contidas nos arranjos. SHOWS DE LANÇAMENTOEste ano o LUMMEN está preparando uma série de shows de lançamento do seu primeiro disco. Destaque para as suítes Destino Imaginário e Relembrando. Algumas canções criam um clima musical lúdico, irreverente e energético: "O Bobo da Corte" e "Vulcão; alternado a momentos introspectivos recheados de lirismo como a música-tema composta por Marco Aurêh para espetáculo teatral O Equilibrista (prêmio Coca-Cola de Teatro na categoria melhor música 1996). Nos espetáculos da banda, você também poderá conferir uma versão para um tema de Rick Wackeman e uma cover do PFM. Paralelo às apresentações, o LUMMEN está se preparando para começar a gravar o seu segundo CD com o nome provisório de Caleidoscópio. SHOWS, DISCO E MUDANÇASDepois de uma pausa, o LUMMEN (com nova formação) se apresentou no dia 27/10/96 no I Festival Progressivo do Balroom (RJ), ao lado das bandas Anima Dominum e Lágrima. Em fevereiro de 97, fez 3 históricos shows no Rio Jazz Club. O evento resultou no primeiro disco do grupo, Ao Vivo no Rio Jazz Club, possivelmente a última gravação realizada nesta conceituada casa de espetáculos que logo em seguida encerrou suas atividades. O disco foi lançado este ano pelo selo Som Interior (ouça trecho nesta Home Page). Marco Aurêh (voz, flauta, violão e teclado), André Henriques (violino, bandolim, violão e backing vocal), Celso Schopen (guitarra) e Marcelo Kasesky (bateria), participaram da gravação. No repertório do show, além das músicas incluídas no disco, a banda apresentou duas versões instrumentais: Carpet of The Sun (Dunford / Thatcher) e Eleonor Rigby (Lennon e Mc Cartney) e uma cover do Focus, House of The King (Ian Ackerman).
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